A invejaPermanece triste essa vontade...
presente, angustiante...
Prende cemporcenticamente as gavetas da existencia intelectual...
não sai sem que antes se façam estragos orais...
O realejo ofuscado pela sua própria luz nem se apercebe...
vive no jugo do seu feudo, ansiando boa disposição à sua volta...
coitado do cego...
Só vê o que o cortinado tecido com euros transparece...o que lhe mostra...?
Será mesmo assim tão cego...?
Será mesmo assim tão hipocrita...?
Será mesmo assim tão amigo...?

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