Ser casal, com filhos, é sermos mais casal...
É cultivar a parentalidade que surgiu,
Sem esquecer que somos árvore.
É fomentar a espiritualidade do amor,
Num nivel, agora, mais superlativo...
É não esquecer a monumentalidade,
Do já menos exercitado namoro de outrora...
É saber dosear as lacunas da abdicação,
Livres e espontâneas, sem mágoas ou ressentimentos...
É ver o olhar, é observar as expressões,
É ouvir o coração e escutar os silencios...
É, naturalmente, criar asas nos frutos,
Sem efectivamente cortar as nossas...
É voar baixinho, baixinho...mas voar!
Lá a frente...voltar a subir, combatendo a gravidade...tirando o turpor às asas...
E elevando-nos aos outrora navegados céus de empatia e plenitude...
Onde o amor que nos uniu...continua presente...
Atento...
Nosso...
Aguardando esse fulgor.
Momentos cognitivos por mim não oralizados em determinados momentos...aqui fica o relato escrito.
quarta-feira, julho 14, 2010
domingo, julho 11, 2010
Disse-to em 2008...e volto a dizer-to hoje.
Por vezes,
tento que meus lábios duros,
Ditem para a mão,
As palavras que teimam em não dizer...
As mãos então escrevem:
Que quem sente muito, cala...
Quem quer dizer quanto sente...
Fica sem alma, nem fala,
Que quem vive a dois,
Antes é necessário ser um...
E desde então, sou porque tu és...
E desde então és...
Sou e somos...
E por amor...
Serei...serás...seremos.
Amo-te
tento que meus lábios duros,
Ditem para a mão,
As palavras que teimam em não dizer...
As mãos então escrevem:
Que quem sente muito, cala...
Quem quer dizer quanto sente...
Fica sem alma, nem fala,
Que quem vive a dois,
Antes é necessário ser um...
E desde então, sou porque tu és...
E desde então és...
Sou e somos...
E por amor...
Serei...serás...seremos.
Amo-te
sexta-feira, julho 09, 2010
E porque tu és, eu sou...e porque eu sou, nós somos!
Não será por acaso o mero estado de euforia,
Que te dando asas, comprime as minhas!?
Eu sei...
A minha liberdade começa onde termina a tua...
Mas podemos viver, os dois, nesse gume...
Sobranceiros ao vento...
Com asas na alma...
Prontos a dar o salto de mão dada...
Perfilando o horizonte...
Lá no fundo...com muita luz...
Assim podemos atestar a paz...
A nossa...
No cume da tal montanha...
Abrindo as palpebras e deixando a retina percorrer todos os poros da materializada alma...
A tal que apelidamos de gemea...
A tal que vemos em todos os significados dos nossos corpos...
A tal que sensoriamos nos nossos frutos...
A tal que nos arrepia sem nada sussurrarmos...
Vamos voar...
De mãos dadas...
Para o cume da nossa montanha...
Que te dando asas, comprime as minhas!?
Eu sei...
A minha liberdade começa onde termina a tua...
Mas podemos viver, os dois, nesse gume...
Sobranceiros ao vento...
Com asas na alma...
Prontos a dar o salto de mão dada...
Perfilando o horizonte...
Lá no fundo...com muita luz...
Assim podemos atestar a paz...
A nossa...
No cume da tal montanha...
Abrindo as palpebras e deixando a retina percorrer todos os poros da materializada alma...
A tal que apelidamos de gemea...
A tal que vemos em todos os significados dos nossos corpos...
A tal que sensoriamos nos nossos frutos...
A tal que nos arrepia sem nada sussurrarmos...
Vamos voar...
De mãos dadas...
Para o cume da nossa montanha...
Ana e seu sorriso...2008
Não verei sorriso tão bonito,
Até acontecer o segundo acto...
Se acontecer claro!!!
Até o meu sobrolho se contraria...
Num funesto e torrido momento de languidez.
É obrigado a sorrir,
Minha alma assim o dita...
Depois de ver um sorriso teu,
Ou uma gargalhada honesta...
Franca e contagiante...como a tua...
Pões-nos honestos a todos...felizes sorridentes,`
És o meu milagre,
A minha pedra filosofal
Que perdurará para além da minha existencia...
Quero tanto continuar a ver-te feliz...
Sê feliz!
Até acontecer o segundo acto...
Se acontecer claro!!!
Até o meu sobrolho se contraria...
Num funesto e torrido momento de languidez.
É obrigado a sorrir,
Minha alma assim o dita...
Depois de ver um sorriso teu,
Ou uma gargalhada honesta...
Franca e contagiante...como a tua...
Pões-nos honestos a todos...felizes sorridentes,`
És o meu milagre,
A minha pedra filosofal
Que perdurará para além da minha existencia...
Quero tanto continuar a ver-te feliz...
Sê feliz!
O amor é aromático
Secando as hipoteses de amar-te...
Prefacio os escritos do teu corpo,
Constato que a tua pele não brilha!!!
Sinto a nostalgia do contacto...
Que o futuro, seja o passado que escrevemos hoje...
O toque...
O arrepio...
A palidez do sonho que se torna num acto real...
Colorido e aromático...
Sim.
O teu amor é aromático...
Cheira a Agosto de alfazema...
É colorido nos teus olhos e no teu sorriso,
É calor na noite de inverno sentimental...
É o meu aconchego que apazigua os sonhos maus...
Fico em paz, envolto no teu aroma.
Prefacio os escritos do teu corpo,
Constato que a tua pele não brilha!!!
Sinto a nostalgia do contacto...
Que o futuro, seja o passado que escrevemos hoje...
O toque...
O arrepio...
A palidez do sonho que se torna num acto real...
Colorido e aromático...
Sim.
O teu amor é aromático...
Cheira a Agosto de alfazema...
É colorido nos teus olhos e no teu sorriso,
É calor na noite de inverno sentimental...
É o meu aconchego que apazigua os sonhos maus...
Fico em paz, envolto no teu aroma.
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